Monitoramento independente • Brasil
Metodologia e transparência

Metodologia

Como os dados são coletados, validados, normalizados, agregados e publicados — e onde termina o número automatizado e começa a interpretação revisada.

Do dado bruto à publicação
  1. Fontes

    Origem oficial (Ministério da Saúde e DATASUS) e referência secundária (OMS). Cada fonte tem um adaptador isolado.

  2. Snapshot RAW

    O arquivo/resposta original é preservado de forma imutável com hash SHA-256. Se o hash não mudou, apenas registramos a verificação.

  3. Validação

    Validação estrutural (colunas, tipos, datas), semântica (códigos de UF/município, datas plausíveis) e de volume (quedas ou saltos abruptos). Violações críticas vão para quarentena.

  4. Normalização

    Registros são deduplicados por chave natural, mapeados para o modelo do domínio e comparados com a versão anterior (inseridos, modificados, removidos).

  5. Agregação e publicação atômica

    Totais por UF, município, ano, mês e período de monitoramento (julho a junho) são recalculados e publicados de uma só vez. Se algo falha, a última versão válida continua no ar.

  6. Publicação editorial

    Números podem ser atualizados automaticamente. Frases interpretativas só são publicadas após revisão da Editoria Científica, vinculada à revisão exata do texto.

Source box

Fonte, data de atualização, versão e metodologia ficam visíveis em todas as páginas de dados.

Definições

Caso humano confirmado
Registro classificado como confirmado pela fonte oficial. Quando a fonte traz um campo de classificação, só entram registros confirmados; quando o dataset é, por definição, de casos confirmados (dicionário de dados da fonte), isso fica registrado na versão importada. Suspeitos, descartados e registros sem classificação suficiente nunca entram nas contagens.
Óbito
Caso humano com evolução para óbito informada na fonte.
Epizootia
Adoecimento ou morte de primata não humano registrado na vigilância de febre amarela.
Período de monitoramento
Janela de julho de um ano a junho do ano seguinte, usada pela vigilância da febre amarela (sazonalidade).
Data de referência
Casos são contados pela data de início dos sintomas; epizootias pela data de ocorrência.